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domingo, 29 de setembro de 2013

Rui Costa: "No final dei tudo de mim"

O novo campeão mundial de ciclismo recordou, à televisão italiana, os últimos momentos da histórica corrida.
 
 
 
Já com a medalha de ouro ao pescoço e a camisola de arco-íris vestida, Rui Costa concedeu a primeira entrevista à televisão italiana como campeão mundial de 2013.

"É uma emoção enorme para mim, um feito para o meu país, é um grande orgulho", começou por dizer, acrescentando que "já era hora de Portugal [ganhar]...", com a voz visivelmente embargada pela emoção.

O poveiro, que intercalou a entrevista com um emotivo "Ainda não acredito que ganhei o Mundial!", referiu-se à estratégia que o levou ao êxito, dizendo: "Na parte final arrisquei, dei tudo de mim. No último quilómetro havia uma situação complicada para apanhar o Rodríguez, mas pude apanhá-lo, ter margem para recuperar e sprintar nas melhores condições".

in O Jogo Online

FC Porto contraditório vence Guimarães pela diferença mínima

O dragão precisa de fogo mas alimenta-se da dúvida.

Para quem busca o clamor do triunfo, do reconhecimento e da autoridade, a magreza do 1-0 não sacia. Au contraire: ergue uma profunda dúvida sobre o estilo de vida do novo FC Porto. E se esses três pontos forem obtidos através de um penálti inexistente, como é o caso, então o sucesso passa a ter uma conotação anorética.

Paulo Fonseca vem de um trabalho genial em Paços Ferreira. É um bom comunicador, um homem sabedor, mas o discurso não bate certo. As palavras nas salas de imprensa não encontram eco harmonioso nas exibições.

Culpa do treinador? A precocidade da época desaconselha uma análise severa. Tudo é ainda novidade e os resultados, na verdade, são satisfatórios. Bons até. O problema é que a equação escolhida para chegar ao produto final peca por evidentes contradições.

Sejamos claros: nesta altura, ver este FC Porto é ver uma equipa recheada de talento e desnorte.

É impossível perceber ou adivinhar os caminhos pretendidos pelo dragão. Mas é imperativo também que o mesmo dragão entenda, o quanto antes, a urgência de se encontrar a si mesmo. E para isso não pode querer abraçar duas ou mais ideologias.

30 minutos a prometer um mundo perfeito

Frente ao Vitória Guimarães, o FC Porto teve 30 minutos francamente bons. Dinâmico, com movimentações acertadas, intenso e a fazer pressão alta. O jogo podia ter ficado ali decidido, mas a finalização (outra lacuna) tarda em ser convincente.

A partir daí, os azuis e brancos foram uma equipa contraditória. A dispersão minou a auto-estima e a equipa jamais soube fazer a transição entre a sensatez e o brilhantismo. O primeiro golo não aparecia, as pernas passaram a tremer e a executar mal.

O catálogo interminável de Quintero, um génio em potência, também fechou demasiado cedo, embora ainda a tempo de arrancar a tal grande penalidade inexistente. Josué fez o único golo do jogo e faltava ainda mais de meia-hora para jogar.

Julgava-se, erradamente, que a vencer o FC Porto recuperaria os interessantes índices da fase inicial. Não, nunca. Quis ser paciente e fez jogo direto, quis acelerar e abusou nos passes atrasados, numa polifonia verdadeiramente incómoda. O coletivo foi incapaz de funcionar em uníssono, a uma voz.

Procura-se: um grande teste para este dragão

A assistir a tudo isto da primeira fila, o Vitória Guimarães começou a perceber que se calhar até valia a pena jogar algum futebol. Débil até sofrer o golo, sem capacidade de incomodar minimamente, o Vitória passou a sair em algumas transições rápidas e a beneficiar de lances de bola parada em zonas prometedoras.

O FC Porto, lá está, hesitou e estendeu a interrogação sobre o destino do jogo até ao apito final. A incapacidade de guilhotinar um oponente acessível foi confrangedora e os assobios passaram a tomar conta da banda sonora.

A liderança é azul e branca, sim senhor, mas é uma liderança desconfiada. De tudo o que a rodeia, inclusivamente da própria sombra. É uma liderança magra, a necessitar de uma reprimenda e de hábitos mais saudáveis.

Para se convencer a si próprio e definir de uma vez por todas a cartilha a abraçar, o FC Porto precisa de aprovação num grande teste. O da próxima terça-feira vem mesmo a calhar. 

in Mais Futebol 

Benfica não vai além do empate com Belenenses


Primeira parte 
Apertado com a vitória do FC Porto desta sexta-feira, o Benfica entrou em campo com a obrigação natural de vencer o jogo diante do Belenenses para não deixar fugir mais o líder do campeonato.
A equipa incorporou bem esse espírito e essa necessidade e atirou-se para a frente em busca do objetivo primordial do futebol: o golo. Os primeiros minutos foram um sufoco, e o Belenenses, a precisar de oxigénio, lá se ia defendendo aos soluços.
Com o desenrolar da partida nestes moldes foi com naturalidade que o Benfica e Cardozo chegaram ao golo. O paraguaio, que se havia encontrado com a sua veia goleadora na última partida, fez uso da sua estatura para chegar onde os centrais do Belenenses não chegariam e marcou de cabeça aquele que foi o primeiro golo do jogo. Teve direito e tudo a dedicatória especial com o paraguaio a apontar para a tribuna presidencial onde Luís Filipe Vieira assistia ao seu jogo 500 dos encarnados, desde que assumiu o cargo.
Mas se falamos só do Benfica nos primeiros minutos, o Belenenses fez por merecer as próximas linhas. Naquele que foi o primeiro jogo sem Mitchell Van der Gaag no banco, os jogadores do Restelo de certeza que o traziam no coração e na cabeça as suas ideias dada a pronta resposta que apresentaram em campo.
Pé ante pé foram subindo no terreno, perante o olhar despreocupado dos encarnados, e acabaram mesmo por chegar ao golo. Sturgeon deu o primeiro aviso e pouco depois Diakité aparecia na área a marcar de cabeça o golo do empate. O lance acabou por estar envolto em polémico visto que Freddy, em posição irregular, acaba por dificultar a ação do guarda-redes Artur.
Regressou tudo à forma inicial. O Benfica viu-se na necessidade de acelerar o encontro fazendo valer a sua maior capacidade técnica, porém até ao intervalo não surgiram mais golos.

Segunda parte
Com o génio do Benfica sem ideias, o treinador Jorge Jesus não teve dúvidas em tirar Markovic e fazer entrar o recém-regressado de lesão Gaitán.
A precisar de voltar à vantagem, o Benfica construiu nos segundos 45 minutos uma estrada de apenas um sentido. Eram 10 jogadores encarnados sempre a correrem em direção à área do Belenenses, mas o futebol não é atletismo e faltou sempre objetividade à equipa de Jorge Jesus. Mérito para o adversário que, consciente dos seus defeitos e virtudes, fazia da garra o seu ponto forte e teimava em manter o empate.
O relógio andava, o marcador não mudava e Jorge Jesus com a paciência a esgotar-se com o que via apostou em Sulejmani e Rodrigo para que fossem eles a mudar que os seus colegas não tinham conseguido.

A pressão adensou-se, o jogo só se desenrolava na área do Belenenses, mas nada nem ninguém foi capaz desfazer o empate a um golo que tinha sido construído na primeira parte.
Com este resultado, o Benfica passa a somar 11 pontos e fica a cinco do líder do FC Porto. Já o Belenenses conta com quatro pontos e iguala Paços de Ferreira e V. Setúbal.

in sapo.pt

Sporting vence e ultrapassa Sp. Braga

Leões ultrapassam Braga e são vice-líderes, num jogo em que os minhotos pagaram por alguma ingenuidade de Aderlan Santos.

Jogo incaracterístico em Braga. Um golo madrugador dos leões pelo inevitável Montero, e uma expulsão à meia hora tiraram vicissitudes a um jogo nem sempre bem jogado. Sp. Braga e Sporting precisam ainda de crescer, e os leões saem do Minho com mais um degrau escalado nessa fase de crescimento, fruto dos três pontos conquistados, que lhe valem a subida ao segundo lugar

Jesualdo Ferreira e Leonardo Jardim apresentaram-se na Pedreira com algumas mexidas nos seus conjuntos relativamente à última jornada, essencialmente a equipa da casa.

Por força das lesões, Jesualdo Ferreira manteve apenas um jogador da sua defesa: Santos manteve-se no onze vendo Dabó, Joãozinho e Nuno André Coelho ficar fora dos convocados para jogar ao lado de Baiano, Paulo Vinicius, Elderson e Baiano. O técnico deixou ainda no banco um dos pilares que tinha alinhado até agora em todos os jogos. Luiz Carlos deu lugar a que Custódio se estreasse a titular esta época.

Do lado do Sporting, a surpresa foi a inclusão de Diogo Salomão no onze inicial. O jogador de 25 anos ainda só tinha tido oportunidade de jogar na equipa B dos leões, aparecendo em Braga como arma secreta, num campo em que tradicionalmente até se costuma dar bem.
Braga dominador em desvantagem

O encontro começou com o Sporting praticamente a vencer. Logo aos cinco minutos a equipa que viajou desde Alvalade pôs-se em vantagem com um golo apontado por Fredy Montero, na sequência de um pontapé de canto. Entrada com o pé direito quando as equipas ainda se estudavam.

A vantagem madrugadora do Sporting teve o condão de acordar a equipa minhota para um verdadeiro assalto à baliza leonina, que apenas terminou quando Alan fez as redes à guarda de Patrício abanarem. Remates, pontapés de canto e uma pressão altíssima encostaram a equipa de Leonardo Jardim às cordas.

Foram vinte minutos de futebol de alto nível da equipa da casa, que esmoreceu com a expulsão, algo ingénua, de Aderlan Santos. No mesmo lance Jesualdo Ferreira ficou com menos um e ainda foi obrigado a recuar Custódio para a defesa devido à lesão de Paulo Vinicius.
Sporting teve de esperar pelo final

A equipa verde e branca aproveitou a superioridade numérica para se recompor e voltar a tomar conta do jogo, à semelhança do que aconteceu nos minutos iniciais do encontro. A supremacia fazia-se sentir numa altura em que o intervalo até foi madrasto para a equipa de Leonardo Jardim, que ia ameaçando Eduardo, mas sem fazer grande mossa.

O segundo tempo trouxe um jogo mais aberto, dentro dos possíveis, com o Sp. Braga a jogar em função da sua condição de inferioridade numérica, mas suficiente para parar os intentos de um leão mais organizado, mas ao mesmo tempo tímido no ataque.

Os lances de ataque do Sporting iam-se sucedendo, mas sem nunca encostar o Braga ao seu último reduto. Carrillo esteve muito interventivo, mas muito trapalhão, tirando consistência ofensiva ao Sporting. Quando o empate já pairava sobre a pedreira, foi o defesa Cédric a ir ao ataque dar uma mãozinha com um pontapé que valeu três pontos. Eduardo não fica isento de culpas.

O Sp. Braga lutou, teve um período de futebol prometedor, mas o Sporting fez exatamente aquilo que o seu treinador tinha pedido. Lutou por «todos os pontinhos», e no Estádio Axa consegui três. Não deslumbrou, longe disso, mas aproveitou a corrente do jogo e a fragilidade do Braga que perdeu os dois centrais à meia hora. O leão segue no segundo posto, o Braga está no terceiro e completa o pódio.  

in Mais Futebol

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Vieira quer final da Liga dos Campeões em casa: coisa pouca?

Até hoje apenas quatro clubes jogaram decisão no seu estádio.

  O Benfica recebe a final da Liga dos Campeões desta época e preparou a temporada com o objetivo de ser uma das duas equipas que vão jogar a decisão, assumiu o presidente do clube, Luís Filipe Vieira. Uma posição diferente da que tem declarado Jorge Jesus, que definiu desde sempre o campeonato como principal foco. Vieira alargou agora horizontes para a final europeia em casa, que não é meta fácil.

Até hoje, apenas quatro clubes que receberam a final da Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões conseguiram chegar à decisão. O último grande europeu a falhar o objetivo foi o Real Madrid, que em 2009/10 acabou por ter de abrir as portas do Bernabéu na decisão para o Inter de José Mourinho e para o Bayern Munique, tendo ficado pelo caminho logo nos oitavos de final, eliminado pelo Lyon.

Há bem pouco tempo, em 2011/12, o Bayern Munique conseguiu chegar até à meta, a final no Allianz Arena, mas acabou por perdê-la para o Chelsea, nas grandes penalidades, e ver os ingleses fazer a festa no seu «quintal». O mesmo tinha acontecido em 2005 ao Sporting, mas na final da então Taça UEFA, frente ao CSKA Moscovo.

Aconteceu por mais três vezes na história o anfitrião estar a disputar na final: logo em 1956/57, quando o Real Madrid bateu a Fiorentina (2-0) no Bernabéu. Depois em 1964/65, quando o Inter ganhou ao Benfica (1-0) em San Siro. E ainda em 1983-84, na primeira vez que correu mal para o anfitrião. No Estádio Olímpico de Roma, o Liverpool levou a melhor nos penalties sobre a Roma.

São mais frequentes as presenças de equipas do país no estádio onde se joga a final da Taça dos Campeões. Algo que esta época o FC Porto pode tentar alcançar. Já aconteceu por sete vezes, a última das quais em 2010/11, quando Wembley acolheu a decisão entre Barcelona e Manchester United (3-1), também ganha pelos «estrangeiros».

Mas há outro dado que dá uma medida da dificuldade do objetivo do Benfica, ou também do FC Porto. Vai fazer 10 anos, desde a final entre o FC Porto e o Mónaco, que nenhum clube de um país mais ou menos periférico chega sequer à final. Desde 2004, só jogaram a decisão clubes de Espanha, Inglaterra, Alemanha e Itália. 

 in Mais Futebol

Paulo Fonseca: "Não vivo minimamente afetado pelo que dizem de mim"

Polémica com jorge jesus ultrapassada.


Numa semana marcada por respostas e comunicados entre Benfica e FC Porto, Paulo Fonseca preferiu não voltar ao tema Jorge Jesus, depois de ter parabenizadoo técnico dos encarnados por ter "jogado em três campos" na última jornada.

"Não faço leitura nenhuma especial [do comunicado do Benfica]. Li e registei. Uma coisa garanto: não vivo minimamente afetado pelo que as pessoas fora do FC Porto possam dizer sobre mim. Lido muitíssimo bem com isso", começou por afirmar esta quarta-feira em conferência de imprensa.

E prosseguiu: "Não vejo o futebol como uma guerra, mas como um desporto muito envolvente que se joga debaixo de grande tensão, que gera reações positivas ou negativas. Estou preparado para tudo o que for preciso para defender os interesses do FC Porto e da minha equipa e vou sempre fazer o necessário por isso".

O empate no terreno do Estoril já ficou para trás, até porque não é um "deslize" que vai fazer com que o trabalho realizado até agora fique esquecido.

"Estaria muito mais preocupado se, até este momento, a equipa não tivesse respondido da melhor forma. Tivemos dois jogos em que não tenho nada a apontar ao esforço dos atletas, mas ao rendimento coletivo. Estaria preocupado se a equipa não tivesse rendido, mas já tivemos grandes momentos de futebol. Tenho a certeza que não passámos do 80 para o 8. É um facto que estamos em 1.º lugar, temos 6 vitórias e um empate e não são estes dois últimos jogos - que foram extrapolados da forma que não acho que tenha sido a devida - que vão pôr em causa o nosso percurso".

in Record

Luís Filipe Vieira confiante de que Jorge Jesus não será punido

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, defendeu, em entrevista à CM TV, a inocência de Jorge Jesus, treinador das águias que esteve envolvido num incidente com as forças de segurança do estádio e com a polícia no final da partida com o V. Guimarães.«Um jovem tentou ficar com a camisola de Luisão, o Jorge caminhava normalmente a pedir calma em relação ao que estava a passar-se e depois tentou desapertar esse adepto numa altura em que estavam quatro ou cinco seguranças em cima dele», começou por explicar, sem se deter: «Não estou a desvalorizar, o País viu tudo e não viu Jesus a agredir. Não o vi a agredir ninguém. Quando chegou ao balneário,
perguntei-lhe o que se passou e ele disse-me que tinha ido desapertar aquela situação toda, que não deixavam o moço ter a camisola. Mas não foi só desapertar, disse-lhe, atenção que estava lá polícia! Ele disse que não podia ser, que eram seguranças e quando soube que era a autoridade pediu desculpa e o polícia compreendeu perfeitamente. Não vi ninguém esmurrado ou maltratado, a única pessoa que parece que ficou maltratada foi o Jorge, que que perdeu o relógio.»

Vieira não espera qualquer castigo: «Não vai ser punido porque há provas evidentes de que Jesus não agrediu ninguém. Falei com a segurança e falei com a polícia. Estou convicto, pois tenho olhos na cara para ver e Jesus não agrediu ninguém. Estão a tentar crucificá-lo, passaram-se coisas noutro estádio e não vejo ninguém falar.»
in A Bola

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Liga dos Campeões 2013/2014: o caminho até agora



Este ano a edição da Liga dos Campeões (maior competição criada pela UEFA, sendo esta a 59ª edição) será especial para nós portugueses visto que a final se realiza em Lisboa, mais especificamente em casa do Sport Lisboa e Benfica: o Estádio da Luz. Esta competição ocorre entre 2 de Julho de 2013 e 23 de Maio de 2014. 
Se pretende assistir aos jogos da Liga dos Campeões nos grandiosos estadios europeus pode adquirir bilhetes AQUI 
É possível também obter bilhetes para a grande final da Liga dos Campões em Lisboa através do endereço AQUI



Na edição deste ano classificaram-se as seguintes equipas:

FASE DE GRUPOS
Bayern de Munique (Alemanha)
Atlético de Madrid (Espanha)
Benfica (Portugal)
Shakhtar Donetsk (Ucrânia)
Manchester United (Inglaterra)
Borussia Dortmund (Alemanha)
Paris Saint-Germain (França)
Olympiakos (Grécia)
Manchester City (Inglaterra)
Bayer Leverkusen (Alemanha)
Marseille (França)
Galatasaray (Turquia)
Chelsea (Inglaterra)
Juventus (Itália)
CSKA Moscovo (Rússia)
Anderlecht (Bélgica)
Barcelona (Espanha)
Napoli (Itália)
Ajax (Holanda)
Copenhaga (Dinamarca)

Real Madrid (Espanha)
Porto (Portugal)

   



PLAY-OFFS DE QUALIFICAÇÃO
CAMPEÕES
NÃO CAMPEÕES


Arsenal (Inglaterra)
Schalke 04 (Alemanha)
Paços de Ferreira (Portugal)


Real Sociedad (Espanha)

Milan (Itália)




3ª ELIMINATÓRIA
CAMPEÕES
NÃO CAMPEÕES
Basileia (Suiça)

Lyon (França)
PAOK (Grécia)
Nordsjaelland (Dinamarca)
Austria Viena (Austria)

Zenit (Rússia)
Fenerbahçe (Suiça)
Grasshoppers (Suiça)
APOEL (Chipre)

PSV Eindhoven (Holanda)
Zulte-Waregem (Bélgica)
Red Bull Salzburg (Austria)


Metalist Kharkiv (Ucrânia)






2ª ELIMINATÓRIA
Maccabi Telavive (Israel)
Slovan Bratislava (Eslováquia)
Sligo Rovers (Irlanda)
FH (Islândia)
Celtic (Escócia)
Molde (Noruega)
Maribor (Eslovénia)
Sutjeska Niksic (Montenegro)
Viktoria Plzen (Républica Checa)
Partizan (Sérvia)
Ekranas (Lituânia)
Skenderbeu Korçe (Albânia)
Légia Varsóvia (Polónia)
Ludogorets Razgrad (Bulgária)
Sheriff Tiraspol (Moldávia)
Birkirkara (Malta)
Dínamo Zagreb (Croácia)
Gyori (Hungria)
Neftchi Baku (Azerbaijão)
The New Saints (País de Gales)
Steaua Bucareste (Roménia)
HJK (Finlândia)
Daugava Daugavpils (Letónia)
Nomme Kalju (Estónia)
BATE Borisov (Bielorrúsia)
Dinamo Tbilisi (Geórgia)
Vardar (Macedônia)
Cliftonville (Irlanda do Norte)
Elfsborg (Suécia)
Zeljeznicar Saravejo (Bósnia)
Shakhter Karagandy (Cazaquistão)
Fola Esch (Luxembrugo)

 


1ª ELIMINATÓRIA
Shirak (Arménia)
EB/Streymur (Ilhas Feroé)
Lusitanos (Andorra)
Tre Penne (San Marino)


  
  • PRÉ-ELIMINATÓRIAS
 O sorteio da primeira e da segunda ronda de qualificação ocorreu no dia 24 de Junho de 2013. 4 Equipas entraram na 1ª pré-eliminatória e 34 equipas disputaram a 2ª pré-eliminatória (32 que entram nesta fase e os 2 vencedoras da 1ª pré-eliminatória).
A 3ª pré-eliminatória foi separada em duas secções: a secção de campeões e a de não campeões. As equipas que perderam a pré-eliminatória nas duas secções entraram na rodada de play-off da Liga Europa. O sortei para esta fase ocorreu a 19 de Julho de 2013.


  • FASE DE GRUPOS
As equipas apuradas para a fase de grupos foram divididas em 4 potes de acordo com os coeficientes da UEFA, á excepção do Bayern de Munique (actual campeão europeu) que entrou automaticamente no pote. Formaram-se oito grupos de quatro equipas com jogos de duas mãos, onde se irão classificar os dois primeiros colocados de cada grupo para os oitavos-de-final. As oito equipas que terminam em terceiro lugar nos grupos classificam-se automaticamente para os 13-avos-de-final da Liga Europa. Existem ainda a restrição de que equipas do mesmo país não podem jogar umas contra as outras na fase de grupos.
O sorteio para a fase de grupos ocorreu no Mónaco no dia 29 de agosto de 2013.
Se duas ou mais equipas terminarem a fase de grupos com o mesmo número de pontos, são aplicados, por ordem decrescente, os seguintes critérios: 

  1. maior número de pontos obtidos nos jogos entre as equipas empatadas no grupo;
  2. saldo de golos superior dos jogos dispotados entre as equipas empatadas no grupo;
  3. maior número de golos marcados nos jogos disputados entre as equipas empatadas no grupo;
  4. maior número de golos marcados fora de casa nos jogos disputados entre as equipas empatadas no grupo;
  5. se, após a aplicação dos critérios 1 e 4 para várias equipas, duas equipas ainda têm um rakning igual, os critérias 1 e 4 serão reaplicados para determinar o ranking dessas equipas;
  6. saldo de golos de todos os jogos disputados no grupo;
  7. maior número de golos marcados em todos os jogos disputados no grupo;
  8. maior número de pontos acumulados pelo clube, bem como a sua associação, ao longo das últimas cinco épocas;
 Os grupos sorteados para esta edição da Liga dos Campeões foram os seguintes:



GRUPO A
Manchester United
Shaktar Donetsk
Real Sociedad
Bayern Leverkusen


GRUPO B
Real Madrid
Copenhague
Juventus
Galatasaray

GRUPO C
Paris Saint-Germain
Benfica
Anderlecht
Olympiakos

GRUPO D
Bayern de Munique
Manchester City
Viktorua Plzen
CSKA Moscou

GRUPO E
Schalke 04
Basel
Chelsea
Steaua Bucareste

GRUPO F
Arsenal
Napoli
Olympique de Marseille
Borussia Dortmund

GRUPO G
Atlético de Madrid
Porto
Austria Viena
Zenit

GRUPO H
Barcelona
Milan
Celtic
Ajax


 A fase de grupos da Liga dos Campeões Europeus 2013/2014 encontra-se ainda a decorrer.
 


 - Bilhetes para todos os jogos da Liga dos Campeões - AQUI

- Bilhetes para a grande final da Liga dos Campeões em Lisboa no Estádio da Luz - AQUI